segunda-feira, 1 de novembro de 2010


Vestido colado no corpo (se possível, preto), revelando curvas sensuais, luvas (olha o fetiche!) e  salto alto (ui!) … Vestida para matar, ou dress to kill, é a expressão que melhor se aplica à imagem da vamp (de “vampira”). Para os homens, a figura davamp traduz o fascínio e o medo que a paixão desperta: morrer na mulher e pela mulher, em meio a prazeres loucos. E para as mulheres? Ser uma vamp é sentir-se poderosa, no controle da sedução.
A figura da vamp, ou mulher fatal, surgiu numa época em que as mulheres tinham duas opções de vida: ou eram “mães-de-família” ou eram “mulheres-da-vida”. Para umas o reino do lar e dos filhos, para as outras,  o sexo e a perdição. Em suma, estamos falando do tempo em ainda tinha onça em São Paulo.
No escurinho do cinema, a dona-de-casa fantasiava que era uma vamp, e o pai-de-família fantasiava que pegava uma vamp. Fora das telas, a  vamp era um perigo para homens e mulheres: eles, por que podiam morrer nelas. E elas, porque se virassem vamps perdiam seu lugar na sociedade “respeitável”, para se tornarem “decaídas”. Ainda bem que hoje as mulheres abriram caminho para ser muitas coisas ao mesmo tempo!
E por falar em tempo da onça, na época da mulher fatal os vampiros só saiam depois do sol cair, não eram aliados de lobisomens, nem muito menos bonzinhos. Portanto lamento decepcionar  a legião de fãs de Eclipse e outras comédias românticas para adolescentes, que querem fazer crer que a paixão pode ser controlada.
Não, a paixão é assustadora e a figura daquela mulher de vestido colado ao corpo, salto alto, curvas sensuais e lábios carnudos… tornou-se um ícone da moda. O grande fotógrafo Helmut Newton que o diga!
Nos ensaios de Helmut Newton, a vamp foi-se desnudando e viveu todo tipo de fantasia. E a verdade é que, entra moda, sai moda, se é uma coisa que nunca sai de moda é a mulher que assume a sua coragem de seduzir. Talvez nem sempre como vamp, mas com certeza tão fatal quanto é a paixão.

domingo, 31 de outubro de 2010

Uma ideia na cabeça


Se a inspiração veio dos pássaros ou se da constatação de que, para chegar em algum lugar, é preciso pensar, tanto faz. O fato é que logo os humanos perceberam que uma parte fundamental de suas pessoas estava naquela esfera situada em cima do corpo. Foi aí que decidiram tornar essa parte mais harmoniosa e bela, cobrindo-a de plumas multicoloridas, pedras brilhantes e metais preciosos.
Afinal, é da cabeça, por meio dos sentidos, que se chega ao mundo, com suas paisagens, cheiros e ruídos. Alguns se deram conta de que era dali também que provinham as reflexões, as idéias e os trocadilhos. E foi assim, “usando a cabeça”, que a civilização se desenvolveu. Quer dizer, nem sempre: infelizmente, tem muita gente que prefere pensar com o bolso. Mas essa é outra história.

Uma cabeça descoberta é como uma rainha sem coroa e um pajé sem cocar. Os Césares, imperadores romanos, quando voltavam vitoriosos de suas conquistas, desfilavam pela Roma antiga com uma coroa de folhas de louro. Na mesma época, Cristo receberia uma coroa de espinhos. Para o bem, para o mal, adornar a cabeça é reconhecer que dependemos dela.
No passado, a cabeça descoberta era falta de polidez ou atestado de baixa condição social. Atualmente, cobrir a cabeça é um símbolo de personalidade. Pois, nos dias de hoje, requer ousadia e originalidade. Ninguém tem e stilo com a cabeça descoberta. Portanto use e abuse de bonés e assessórios. Além do mais, como dizia aquela que eu não canso de citar (guess who?)nunca tema parecer vulgar, mas sim ente diante.

Quem não tem colírio…

 Era uma vez uma bonequinha de luxo meiga, delicada e chiquérrima que usava enormes (para seu delicado rosto) óculos escuros. Sim, você adivinhou: é Audrey Hepburn em Breakfast at Tiffany. De certa forma, esses óculos não combinavam com ela… e por isso mesmo compunham tão bem o seu estilo!
Os óculos escuros podem ser essa nota dissonante, o it que torna chique a roupa de bater e casual aquela peça que nasceu pra recepção em embaixada. Pode ser o toque de perua que toda mulher precisa. Ou o detalhe que não deixa a mulher parecer uma perua!
Sim, todo poder às lentes escuras! Se é verdade que os olhos são as janelas da alma, ocultá-los abre espaço para o sonho, a fantasia e indagações de todo o tipo. Quer ver? Por exemplo: por que o fulano apareceu na festa, de noite, de óculos escuros? Por que essa moça insiste em ficar de óculos mesmo num dia nublado? Ah, mistério! Ou um simples terçol…
Em tempo: a história dos óculos e das lentes em geral é bem antiga. Os Inuit, aquele povo esquimó, usava protetores contra os reflexos da neve. Dizem que óculos sem grau eram usados como adereço na China de Confúcio. Durante a Idade Média, um matemático árabe desvendou as leis da física que permitiram a fabricação de lentes de grau. De descoberta em descoberta, chegamos aos aviões no século XX. Os raios solares prejudicavam os olhos dos pilotos, e assim surgiram os óculos de sol propriamente ditos (e não apenas de lentes coloridas).
É isso aí: óculos escuros além de protegerem a vista, valorizam seus traços faciais. E o modelo certo vai te deixar com um ar misterioso, inescrutável, sexy!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

A hora é agora!


O mundo la fora, esta cheio de medo, de desespero, de mortes..
E é contra isso que devemos lutar, devemos lutar contra o nosso medo! Devemos por um fim no nosso próprio receio.
É hora de se divertir, sair pra dançar aos sábados à noite!
É hora de sair com a família, sem medo que uma bala perdida entre no seu peito.
É hora de se apaixonar, é hora de beijar, é hora de conhecer o amor! E não ter medo que alguém possa o levar embora.
É hora de cometer erros, e é hora de aprender com eles.
É hora de ouvir historias de terror e depois ficar com medo.
É hora de experimentar coisas novas, é hora de achar o se lugar nesse mundão que temos fora do aconchego de nossas casas!
É hora de viver, é hora de sair sem medo de morrer, é hora de todas as mágoas irem embora, é hora de enfrentarmos o medo, e encontrarmos a felicidade...

(Textos - Orkut)

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Trechinho fofo de Crepusculo

 
"Enquanto eu os examinava, o mais novo, um dos Cullen, virou-se e encontrou meu olhar, desta vez com uma expressão de evidente curiosidade. Quando desviei os olhos rapidamente, me pareceu que o olhar dele trazia uma espécie de expectativa frustrada.
— Quem é o garoto de cabelo ruivo? — perguntei. Eu o espiei pelo canto do olho e ele ainda estava me encarando, mas não aparvalhado como os outros alunos. Tinha uma expressão meio frustrada. Olhei para baixo novamente.
— É o Edward. Ele é lindo, é claro, mas não perca seu tempo. Ele não namora. Ao que parece, nenhuma das meninas daqui é bonita o bastante para ele. — Ela fungou, um caso claro de dor-de-cotovelo. Eu me perguntei quando é que ele a tinha rejeitado.
Mordi o lábio para esconder meu sorriso. Depois olhei para ele de novo. Seu rosto estava virado para o outro lado, mas achei que sua bochecha parecia erguida, como se ele também estivesse sorrindo.
Depois de mais alguns minutos, os quatro saíram da mesa juntos. Todos eram muito elegantes — até o grandalhão de cabelo castanho. Era perturbador de ver. O garoto chamado Edward não olhou novamente para mim." (Crepúsculo - Livro)

Gente, o amor não é liindo, fi ai que a Bella viu o Edward e se apaixonou a primeira vista. Viu que é verdade amor à primeira vista, rsrs, ameii <3
 

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Umaa garotinhaa quee sabee o'que queer naa vidaa. Aprendeeu a correr atras daquilo que quer sozinha. Ps, Maah

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